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Tribunal fixou fiança de US$ 200 mil a Trump para evitar prisão



O tribunal localizado na Geórgia, nos Estados Unidos, decidiu fixar uma fiança de US$ 200 mil para o ex-presidente dos EUA, Donald Trump (2017-2021), a fim de evitar a prisão. Essa medida surge após Trump ser acusado de tentar manipular os resultados das eleições de 2020 no estado. Com essa fiança paga, o ex-presidente republicano poderá recuperar sua liberdade após se entregar nas instalações prisionais do condado de Fulton, localizado na Geórgia. Ele tem até sexta-feira (25) para se apresentar e ser oficialmente processado.


As acusações contra Trump incluem um total de 13 crimes, conforme estabelecido por um grande júri da Geórgia. O ex-presidente é suspeito de ter buscado influenciar os resultados das eleições estaduais de 2020, na qual o atual presidente dos EUA, o democrata Joe Biden, emergiu vitorioso por uma margem estreita. Dentre as acusações enfrentadas por Trump está a infração à lei conhecida como Racketeer Influenced and Corrupt Organizations Act (RICO), que normalmente é aplicada em casos relacionados à máfia e pode resultar em uma longa pena de prisão, caso provas sejam apresentadas durante o julgamento.


O tribunal determinou que a fiança para a acusação de violação da lei RICO seja fixada em US$ 80 mil, enquanto cada uma das outras 12 acusações seja acompanhada por uma fiança de US$ 10 mil, totalizando assim US$ 200 mil.


No âmbito desse caso na Geórgia, Trump foi indiciado juntamente com outras 18 pessoas, incluindo seu ex-advogado pessoal e ex-prefeito de Nova York, Rudy Giuliani, bem como seu ex-chefe de gabinete, Mark Meadows. O Tribunal Superior do Condado de Fulton também determinou fianças de US$ 100 mil para o advogado John Eastman e de US$ 10 mil para outro acusado, Scott Hall.


Até o momento, Trump não deu indicações sobre quando comparecerá perante o tribunal e cancelou uma coletiva de imprensa que estava agendada para a segunda-feira, onde se supunha que apresentaria um relatório sobre alegadas fraudes eleitorais na Geórgia.


Este é o quarto processo criminal envolvendo Donald Trump. Recentemente, ele foi alvo de quatro acusações por parte de um grande júri em Washington DC, capital dos EUA, relacionadas a uma suposta tentativa de reverter os resultados das eleições de 2020, o que culminou nos eventos do ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021. Além disso, em Nova York, Trump enfrenta 34 acusações relacionadas a pagamentos à atriz pornô Stormy Daniels, com quem teve um relacionamento no passado, alegadamente para assegurar seu silêncio durante a campanha eleitoral de 2016.


Outro caso criminal envolve Trump na Flórida, onde ele é confrontado com 40 acusações de suposta remoção e posse ilegal de documentos confidenciais retirados da Casa Branca, mantidos em sua propriedade Mar-a-Lago.


Fonte: Gazeta Brasil


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