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Tarcísio assina documento de adesão a uma definição de antissemitismo de uma aliança internacional




O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), assinou um documento de adesão a uma definição de antissemitismo de uma aliança internacional. A assinatura ocorreu na última nesta sexta-feira, 15.


A ação pode ser vista como mais um aceno de Tarcísio à comunidade judaica. O movimento ocorre no momento em que o Brasil vive uma crise diplomática com Israel, desencadeada por uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em fevereiro, durante viagem à Etiópia, o petista comparou a contraofensiva israelense contra o grupo terrorista Hamas ao Holocausto. Com a fala, o brasileiro passou a ser considerado persona non grata pelo país judaico.


Tarcísio assinou um documento de adesão à definição de antissemitismo da Aliança Internacional para a Recordação do Holocausto. O ato se deu durante encontro com representantes da comunidade judaica no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.


Segundo o grupo, um dos objetivos da assinatura é permitir que o Estado de São Paulo fique autorizado, capacitado e orientado a usar esta definição de antissemitismo “como recurso educacional para abordar e prevenir atividades relacionadas a preconceitos, discriminação”.


Conib comemora assinatura de reconhecimento do que é antissemitismo

O presidente da Confederação Israelita do Brasil, Claudio Lottenberg, afirmou que a assinatura “representa uma grande contribuição na luta contra a banalização do Holocausto e do antissemitismo”.


Tarcísio já havia se comprometido a viajar a Israel nesta segunda-feira, 18, a convite da comunidade brasileira que reside no país. Conforme mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, a organização Kehilat Or Israel também convidou outros governadores de oposição a Lula, como Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, Cláudio Castro (PL), do Rio, e Ronaldo Caiado (União), de Goiás.


O governador paulista afirmou que a viagem a Israel será “sem ideologia e sem política”. Tarcísio também disse, por fim, que a ida ao país do Oriente Médio não vai atrapalhar a relação com o governo Lula.


Créditos: Revista Oeste

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