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Ditador Maduro exige que Joe Biden suspenda as sanções contra a Venezuela


O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, exigiu, que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, suspenda as sanções contra o país sul-americano. O chavista deu a declaração na terça-feira 28.


De acordo com a imprensa internacional, Maduro quer iniciar uma nova era de relações “no mais alto nível” entre Caracas e Washington. Apesar da recente aproximação, o relacionamento de ambos os países estava rompido desde 2019.

“A Venezuela, como um todo, por consenso, exige que todas as sanções contra sua economia sejam levantadas de forma permanente e definitiva”, afirmou Maduro. “Comecemos um novo tempo, uma nova era de relações de respeito e colaboração, no mais alto nível, entre os Estados Unidos e a Venezuela.”

Em outubro, a resposta dos EUA foi negativa quanto a restabelecer as relações com a Venezuela. O líder chavista, que dirigiu a mensagem a Biden, disse que existe um “consenso poderoso” no país em torno da ideia de reaproximar as relações diplomáticas.


O subsecretário de Estado dos EUA para Assuntos do Hemisfério Ocidental, Brian Nichols, disse que o governo Biden ainda não estava pronto para “definir a possibilidade de uma mudança nas relações diplomáticas” com país sul-americano.


Maduro afirmou que espera receber “em breve” a visita, ainda não marcada, do diplomata norte-americano Francisco Palmieri, nomeado chefe de Missão do Escritório de Serviço Exterior dos EUA para a Venezuela, com sede na Colômbia.


EUA avisam que vão reagir se Maduro quebrar compromissos eleitorais na Venezuela

Em 30 de outubro, os EUA pediram que Maduro mantivesse a cordialidade com a oposição do país nas eleições do próximo ano. Conforme um porta-voz do Departamento de Estado Norte-Americano, se o acordo for quebrado, “medidas serão tomadas”.


“O governo dos Estados Unidos tomará medidas se Maduro e seus representantes não cumprirem seus compromissos do roteiro eleitoral com vistas às eleições presidenciais de 2024”, declarou o porta-voz à imprensa.



O governo dos Estados Unidos ameaçou reverter o alívio das sanções impostas ao setor petrolífero da Venezuela se Maduro suspender o acordo.


O que alega a Venezuela de Maduro

A Procuradoria da Venezuela declarou que investiga as primárias e os organizadores da votação por crimes eleitorais, crimes financeiros e conspiração.


O regime venezuelano disse que houve fraude desde o dia da votação. A investigação e a suspensão dos resultados por parte da Suprema Corte da Venezuela são decisões tomadas no processo movido pelo deputado chavista Jose Brito.


A ex-deputada María Corina Machado venceu as eleições primárias em outubro para disputar a Presidência contra Maduro. A líder da oposição obteve 92% dos votos.


Créditos: Revista Oeste

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