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Ajuda de US$ 14 bilhões a Israel foi aprovada pelo Congresso dos EUA


O Congresso dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira, 2, uma ajuda de US$ 14 bilhões para Israel, em meio aos conflitos com o Hamas. A medida foi aprovada com apoio da maioria dos republicanos e oposição dos democratas. O presidente Joe Biden, no entanto, ameaçou vetar a medida, que ainda precisa passar pelo Senado.


A aprovação da ajuda foi a primeira grande ação de Mike Johnson como presidente da Câmara dos Representantes. Biden havia pedido ao Congresso que aprovasse um pacote mais amplo de US$ 106 bilhões para ajudar Israel e a Ucrânia. O democrata também fez um apelo para uma pausa humanitária no conflito.


A medida foi aprovada por 226 a 196 votos, numa votação em grande parte orientada pelos partidos. O projeto de lei da Câmara é controverso porque também retira dinheiro da Receita americana e ignora o de financiamento à Ucrânia feito pelo governo Biden. Senadores democratas alertam que o texto não será aprovado na Casa, e o presidente Biden alertou que vetará a medida se ela chegar à mesa dele.


A votação marcou um primeiro teste da habilidade do novo presidente da Câmara, o republicano Mike Johnson, de manter unida a sua bancada e atrair algum apoio dos democratas da Casa. Doze democratas votaram a favor da medida, enquanto dois republicanos se alinharam ao partido e se opuseram ao texto.


Os republicanos esperavam que o projeto aumentasse a pressão sobre o Senado, controlado pelos democratas, que está trabalhando para aprovar um projeto de lei de gastos emergenciais muito maior – de US$ 106 bilhões, incluindo os US$ 14,3 bilhões para Israel – que inclui financiamento a Ucrânia, Taiwan, bem como à segurança fronteiriça americana e prioridades domésticas.


O impasse pode levar a uma batalha maior em torno das despesas federais, com o Congresso americano enfrentando o prazo do dia 18 de novembro para evitar um shutdown do governo. Alguns parlamentares disseram que o pacote de ajuda externa poderá acabar sendo resolvido quando o Congresso também tiver de aprovar o financiamento do governo.


Fonte: Gazeta Brasil

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